segunda-feira, 9 de novembro de 2009


Quando ela passava
tão leve e airosa
com ar de ditosa
na vida feliz
Quando ela passava
cabeça insolente
com ar de contente
que a vida bendiz
Quando ela passava
andar saltitante
a pele brilhante
de róseo matiz
Ninguém o diria
que ela sofria,
que dentro da viça
não era feliz!

Um comentário:

Giulia Pegna disse...

Vevé!!!!!! Que saudade!!!!! Aquela mulher que passava altiva, carregando no rosto o amor pela filha, tinha tanta vontade de ter tido uma mãe assim!!!!! Poeta, amiga, tantos conselhos tive dela...tanto amor naqueles cuscus de fim de tarde....